SEJA BEM VIINDO A BORDO DO INTUIÇÃO

SEJA BEM VINDO À BORDO DO VELEIRO INTUIÇÃO!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

SIGA SUA PAIXÃO VELEJE NO INTUIÇÃO



SIGA SUA PAIXÃO VELEJE NO INTUIÇÃO

VELEIRO  INTUIÇÃO
                               Noronha 2013

                    SIGA SUA PAIXÃO, VELEJE NO INTUIÇÃO


          Bem vindo ao Veleiro Intuição. Fazemos Charter, alugando o Intuição em Salvador com skipper. O Veleiro Intuição é um Veleiro Oceânico de 29 pés com muitas milhas navegadas pela costa do Nordeste, com participações na REFENO e FENAT.

Muito bem equipado com:

  • Piloto automático;
  • Geladeira;
  • Motor centro novo de 40 hp;
  • Balsa Salva-Vidas;
  • GPS map com cartas digitais;
  • Bimini;
  • Dog House e
  • Motor de popa para o bote de 5 hp


Oferece para a tripulação a oportunidade de velejar na Baía de todos os Santos com segurança, aproveitando o que a Bahia tem de melhor!

Conheça Itaparica, Morro de São Paulo e a Baía de Camamu.
Cozinha com geladeira




                                                           Parado no pier em Natal





                                       Beliche de Popa

Tarifas:

- A diária do Veleiro custa 400,00 (até 4 tripulantes).
- As diárias são por data, independente do horário de saída e chegada.
- No preço está incluso:
    - Skipper;
    - Bote inflável; e,
    - Utensílios de cama, mesa e cozinha.

Obs: se desejar, podemos preparar um cardápio especial para você aproveitar ainda mais a sua velejada (preço a combinar).

                                  O Intuição em Noronha



                                                                       Sala



                                                                  Beliche central





                                        Cozinha em BE e Cama popa BB


Outras Informações:
•    Não cobramos taxa de limpeza;
•    O seguro da embarcação está incluso na diária;
•    O veleiro será entregue com tanque cheio e deverá ser devolvido nas mesmas   condições (capacidade do tanque 40 litros). 


 Contato:
•    Skipper: Sergio Chagas Cel (79) 91186959 e                                                      (79) 88093455
•    Email: tcchagas@gmail.com
•    Blog do Veleiro Intuição: http://www.veleirointuicao.blogspot.com/

         O Comandante ( Noronha 2010)

                    BONS VENTOS!

ABRAÇO

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Velejando de Natal para Recife Out 2014


Velejando de
Natal para Recife
(outubro 2104)

        Depois de quase uma semana em Natal, esperando uma boa janela de tempo, decidi que iria tentar sair na sexta pela manhã por volta das 04:30 da manhã, pois nessa hora normalmente o vento dá uma acalmada e facilita a saída de Natal.
     Na quinta à noite, o veleiro Carapeba, um delta 36 do Aratu Iate Clube decidiu que iria tentar sair rumo à Recife. Por volta das 20:00 horas de quinta, largou as amarras da poita e seguiu rumo à Boca da Barra.

       Por voltas das 22:00 horas, o comandante do Carapeba me chamou no rádio para perguntar quanto estava o vento no clube, que é bem protegido do SE e S. Informei que o vento estava em 22 nós ali dentro. Ele me passou que o vento lá fora estava na casa de 27 na cara e com ondas também na cara de 2,5 metros. Eles decidiram então retornar ao clube e deixar a saída para o dia seguinte.
      Na mesma noite, por volta das 23:00, o comandante do Tarú Andé um veleiro de aço com mais de 20 metros, decidiu seguir destino para Recife.
Logo ao amanhecer recolhemos a âncora do Bepaluhê, subimos a vela mestra no segundo rizo e seguimos para a Boca da Barra. 


  
       Já sai de Natal algumas vezes e sempre procuro fazer a mesma rota que me ajuda a vencer aquele ventão e aquele marzão de Deus.
      Aqui em Natal normalmente o vento está na casa dos 18 nós e o mar com 2m. Aproveitar uma janela é muito importante para não trazer sofrimento para o barco e tripulação. Ao sair na Boca da Barra notei que o vento estava mais para S do que para SE como era previsto e isso significava muito motor até Recife.
  O mar pela manhã deu uma trégua. Até o primeiro waypoint seguimos a 4,5 nós com a ajuda do motor e da mestra. A genoa estava enrolada.
Não demorou muito e com a mudança de rumo o vento foi ficando cada vez mais espetado e apesar disso sabíamos que não podíamos perder aquela oportunidade, pois uma janela em Natal em outubro pode demorar bastante. Eu e meu amigo Odilon seguimos firme no nosso rumo que era um ponto no través de Cabedelo. O Bepaluhê, um baita barco, cortava as ondas que teimavam vir pela proa e não dava uma batida sequer, muito bom ver ele navegando contra o mar.

Quando a noite chegou, já podíamos observar a grande quantidade de luzes vermelhas na costa da Paraíba, que nada mais é do que o parque eólico da região.
Ao passarmos pela entrada de Cabedelo o vento não deu trégua e continuou nos apertando e rondando para S impedindo uma boa velejada. Normalmente na altura de cabedelo já é mais fácil descer para Recife só na vela.
A ideia inicial era ir direto para Maceió, mas com aquele vento decidimos parar em Recife e dar uma olhada na meteorologia.
No dia seguinte o vento apertou um pouco e nada de mudar de quadrante, continuando praticamente S até nossa chegada em Recife. Chegamos no PIC (Pernambuco Iate Clube) às 21:00 e, depois de um bom jantar, fomos dormir para no dia seguinte entrar no Cabanga. Para nossa surpresa, ao chegar no Cabanga, muitos barcos estavam parados esperando uma mudança do vento.
Encontramos uns 8 barcos por lá e o Cabanga, devido a previsão de mar ruim e vento contra, concedeu mais 10 dias a todos os barcos para ficarem no Cabanga sem cobrar taxa.
No Cabanga demos uma boa geral no barco e deixamos tudo pronto para a próxima etapa: Recife – Salvador.

Abraço a todos,
Chagas
Veleiro Intuição

quarta-feira, 1 de abril de 2015

VOLTANDO DE NORONHA PARA NATAL





VOLTANDO DE NORONHA
 PARA NATAL

Depois de algum tempo sumido do blog volto com o relato da FENAT 2014 (Noronha – Natal).
Depois de uma semana maravilhosa no paraíso chamado Noronha, começamos a nos preparar para voltar ao Continente, para ser mais claro, voltar para Natal participando da FENAT 2014.


Durante a semana que estivemos em Noronha ficamos a bordo do veleiro Talento do amigo Pedro, um barco MJ 38 muito confortável. No decorrer da semana estávamos sempre de olho na previsão do tempo, pois todas as voltas para Natal nos últimos 4 anos não foram nada fáceis.


A previsão era muito boa, com mar calmo e vento E de 17 nós.
Na sexta pela manhã, eu e meu amigo Odilon, embarcamos no Veleiro Bepaluhê do nossa amigo Paulo e de sua esposa Elisabeth, onde voltaríamos para Natal.
Ainda na sexta abastecemos o Bepaluhê com água doce e completamos os tanques de diesel e voltamos para terra para aproveitar o último dia em Noronha.
Como todos vocês já sabem o Bepaluhê é um 41 pés de alumínio projeto cabinho com quilha retrátil, uma maravilha de barco.
Acordamos cedo no sábado e aproveitamos para dar uma geral no convés e logo estávamos bordejando pela enseada de Santo Antônio esperando a hora da largada.


Às 09:10 foi dada a largada e como estava previsto ao passarmos pela ponta da sapata o 

mar estava bom e o vento também. O Bepaluhê navegada a 6/7 nós rumo a Natal, uma beleza de velejada.
Por volta do meio dia notamos que o mar deu uma boa crescida e o vento já passava da casa dos 20 nós. Com o passar do tempo o vento foi aumentando e o mar, de comum acordo com ele, foi crescendo, chegando fácil aos 3m. O Comandante Paulo decidiu colocar um rizo na grande e o barco ficou mais controlado e o vento seguia aumentando.
Pelo rádio começamos a escutar o menor monocasco da regata um Velamar 28 que começava a ter dificuldades devido ao mar alto e os fortes ventos. Eu conhecia o seu comandante e como já tinha participado dessa regata com o Intuição dei a dica para ele sair pela madrugada para chegar de dia em natal, pois se saísse junto com os grandes, fatalmente chegaria à noite em Natal.


O Velamar 28 é um barco muito bom, mas alguns detalhes deixaram de ser seguidos, como por exemplo, a vela mestra, que apesar de nova só tinha um rizo e isso foi fundamental para o sofrimento do barco e sua tripulação.
A tripulação do Velamar informou ao navio da Marinha que estava com muitas dificuldades de timonear o barco, pois as ondas estavam bem de través e adernava muito o barco.
Como nessa região o mar é bastante desconcentrado, tudo vira uma máquina de lavar e timonear fica complicado, principalmente naquelas condições de vento acima dos 28 nós, chegando a 32.
A noite foi bastante mexida, pois o vento apertou ainda mais, passando dos 30 nós. O Bepaluhê não tomava conhecimento e seguia firme rumo à Natal.


Na madrugada, o navio patrulha da marinha se aproximou do Velamar 28 e sempre mantinha contato com sua tripulação, motivando e incentivando a tripulação na dura missão de velejar naquele marzão de Deus.
A tripulação do navio da marinha está de parabéns, um trabalho fantástico, como é bom navegar com eles por perto.
Ao amanhecer, o mar continuou duro e o vento acima dos 30. Ficava imaginando como devia estar os veleiros que foram direto para Recife ou Salvador estavam pegando esse mar  e esse ventão de proa.

Não foi à toa que vários barcos chegaram quebrados e alguns com avarias sérias no porto do Recife.
Nosso GPS já dava a chegada em Natal para às 17:00. Durante todo o dia o mar ficou como estava e o vento sempre acima dos 28 nós. Chegamos em Natal ás 17:40. Fundeamos no Rio Potengi e corremos para a Churrascaria para comemorar mais uma travessia bem sucedida.



O Comandante Paulo e sua esposa vão desembarcar aqui em Natal e, eu e o Odilon, vamos seguir no Bepaluhê até Paraty, no Rio de Janeiro.
Agora é esperar uma janela do tempo para descer para Recife ou Maceió.
Obrigado ao nosso amigo e comandante Paulo pela confiança em nós depositada. Em breve o Bepaluhê estará descansando nas águas calmas da Baia de Paraty. (Chegou em segurança final de Novembro). Depois conto como foi toda a descida.





Sim, o Velamar 28 chegou em segurança e sem nada quebrado. Tiveram que baixar as velas e seguir no motor, com um pedacinho de genoa aberta, pois com aquele vento e com apenas uma forra de rizo na mestra timonear o barco com segurança ficaria muito difícil.



Abraço a todos,

Chagas Veleiro Intuição

domingo, 4 de janeiro de 2015

REFENO 2104



REFENO 2014
IDA

Cheguei no Cabanga na noite de terça feira dia 23 e logo embarquei no veleiro Talento, um MJ 38 novinho, o qual tinha ajudado a trazer do Rio de Janeiro. Na quarta feira dia 24 pela manhã começamos a dar uma arrumada no barco, limpando a geladeira e preparando tudo para a chegada dos outros tripulantes.









 Na quinta chegou o Odilon, meu amigo e companheiro de velejada, e nos preparamos para a festa que teria mais tarde às 18:00 com o hasteamento das bandeiras dos estados participantes e do pavilhão Nacional.Essa festa que ocorre todos os anos durante a REFENO é muito bonita e nos deixa muito emocionados em ver tanta gente de fora participando da REFENO. Muita gente nem imagina o trabalho e os custos necessários para um veleiro do sudeste do Brasil poder participar da REFENO, uma logística bastante complexa.



Durante o hasteamento da bandeira, nosso amigo Ronaldo do veleiro Thimshel foi convidado a hastear a bandeira do estado do Rio de Janeiro. Como de costume, a Banda da Marinha deu um show com dobrados militares muito bonitos e entre eles a canção da Infantaria. Logo em seguida fomos para o jantar de confraternização da REFENO onde sempre aproveitamos para rever os amigos velejadores e suas mentiras sobre velejadas em mares tempestuosos. Vale dizer aqui que o jantar estava uma delícia.
No dia seguinte, sexta feira, foi dia de arrumação e compras para finalizar a preparação do barco para a largada que seria no sábado ao meio dia. Devido a maré, às 04:00 horas da manhã, a movimentação dentro da piscina do Cabanga era intensa com os barcos saindo para aproveitar a maré alta, pois no canal que leva ao PIC (Pernambuco Iate Clube) só dá para passar na maré cheia.
Chegamos bem cedinho na área de largada próximo do PIC e aproveitamos para tirar mais um cochilo. Aproveitamos para desembarcar e almoçar no PIC, um restaurante bom e com preço justo, e logo retornamos ao barco para iniciar os procedimentos de largada.Não demorou muito e logo subiu a bandeira do nosso grupo, indicando que tínhamos que fazer nosso check in. Seguimos na vela e no motor para a área do check in e fomos saudados pela centenas de pessoas que assistiam a largada no porto. Ao passarmos pela comissão: “Veleiro Talento, 6 tripulantes a bordo, confirme seu check in!”. O Comandante Pedro imediatamente confirmou Talento, 6 tripulantes a bordo. Seguimos para a área da largada e agora era só esperar para seguirmos rumo à Fernando de Noronha.
Assim que deu a largada, eu que não sou regateiro, pude notar que os dois tripulantes de Brasília estavam ali para ganhar de verdade e o ajuste das velas era um enrola genoa pra cá solta genoa pra lá, uma loucura! O MJ 38 é um belo barco e veleja muito bem. Avançamos rapidamente no contra vento para a boia em frente à Boa viagem e em pouco tempo já estávamos contornando-a. Esse final de sábado foi com muita chuva e o mar começou a subir deixando a velejada bastante desconfortável.
Durante toda a noite o Sérgio Vinicius e o Luís (regateiros de Brasília) ficaram ajustando as velas para melhorar o desempenho do Talento. Chegaram até a propor uma borda, que foi repelido de imediato pelo restante da tripulação. No domingo, o vento apertou um pouco e colocamos a grande no primeiro rizo o que deu mais conforto a bordo. O mar continuava bem grande e as ondas com mais de 2,5m.
Vários barcos foram desistindo da Regata e informando ao barco da Marinha do Brasil a desistência. Muitos estavam com problemas nos lemes e outros com problema nos estais. Na segunda bem cedinho já avistávamos a Ilha de Fernando de Noronha e cruzamos a linha de chegada às 09:30 horário local.
Chegar em Noronha velejando é fantástico! Só quem já foi tem o real entendimento do que falamos nos blogs sobre isso. Ver aquela ilha aumentando de tamanho até se montar a ponta da sapata é algo indescritível. Logo que fundeamos, o nosso amigo Ceará já nos avisou que tinha água disponível e que bastava chama-lo no canal 12 e pronto. Vale ressaltar que é um conforto sem igual ter água a bordo em Noronha.
Depois do desembarque dos tripulantes regateiros, demos uma boa geral no barco e começamos a planejar o que iríamos fazer durante a semana em Noronha, pois agora a volta é só no sábado para Natal. Eu e Odilon embarcaremos no Bepaluhê do nosso amigo Paulo Ribeiro, um veleiro de 41 pés em alumínio, projeto Cabinho.
Abraço a todos,
Comandante Chagas - Veleiro Intuição

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

VELEJANDO PELO NORDESTE



VELEJANDO DE PELO NORDESTE




Agora, no conforto de casa, tenho que começar a colocar o Blog do Intuição em dia. Foram muitos dias no mar e como não levo o notebook fica difícil atualizar o blog. Preciso dar um jeito nisso para as pessoas poderem acompanhar com mais frequência as nossas velejadas.




Depois de deixar o Bepaluhê no Aratu, voltei ao Rio de Janeiro para trazer um MJ 38 do comandante Pedro que subiu junto com a gente até Salvador.





Saímos do Rio no dia 19 de junho com mar de ressaca, com ondas de 2,5m e ventos de 20 nós com destino à Búzios. A velejada foi rápida e muito tranquila, lembro que mesmo estando de ressaca e com ventos fortes tudo era favorável para a nossa subida.



Saímos do JIC por volta das 18:00 e pela manhã já estávamos fundeados em Búzios no IAB. Ao descer em terra e olhando as previsões, notamos que o NE ia entrar em dois dias e ficaria por uma semana. Decidimos então sair rumo à Vitória já na madrugada.



Às 01:00 soltamos as amarras e seguimos rumo à Vitória. A velejada foi tranquila e tivemos em boa parte do percurso uma ajudinha do motor. Chegamos à Vitória como previsto e tínhamos ainda 10 dias para sair de lá. Isso só iria ocorrer no dia 01 de agosto, tendo em vista que alguns tripulantes nossos só chegariam neste dia.



Foi duro a estadia em Vitória, pois o píer novo não oferece proteção nenhuma do vento e das ondas. O barco apesar de esta do píer, mexia muito. Não existe a mínima segurança de ficar da metade desse píer para terra, pois coloca em risco a segurança do barco de tanto que da tranco. É um perigo deixar o barco por lá sem ninguém.



Depois de muito esperar chegou a hora de largar as amarras e seguir rumo à Abrolhos. Depois de tanto tempo parado e com ventos favoráveis para subir, no dia 01/08 o vento começou a rondar para  Ne e chegamos na noite do dia 02 em Abrolhos, demorando mais tempo do que o normal.




Pela manhã todos ficaram encantados com a beleza de Abrolhos. Passamos o dia por lá e no final da tarde descemos para visitar o farol e assistir ao espetáculo do pôr de sol. No dia seguinte pela manhã visitamos a Ilha Siriba e ao meio dia zarpamos rumo à Santo André.



Chegamos certinho na hora da maré e o Carlindo já nos esperava para colocar a gente para dentro. Ficamos por lá 5 dias e aproveitamos muito esse lugar fantástico com muito churrasco e passeios. Esse fundeio foi o mais sofrido, pois pegamos vento S de 25 nós e o barco agarrou umas 3 vezes, por pouco não fomos parar na beira do rio.



Em uma manhã, o Veleiro que estava com a gente ficou encalhado e chegou a ficar adernado para BB. Só voltou à sua posição original quando a maré começo a encher.



Saímos pela manhã aproveitando a maré com vento leste e no dia seguinte pela manhã estávamos jogando ferro em Ilhéus. Uma velejada fantástica com ventos de 25 nós e o Veleiro Talento deu show velejando fácil a 7 e 8 nós.

Ficamos em Ilhéus 4 dias e seguimos à noite para Camamu com chegada prevista pela manhã para aproveitar a maré e entrar sem problema. O tempo mudou e ficamos apenas dois dias devido a chuva que teimava em cair em Camamu. No dia seguinte decidimos sair, mesmo com mar de ressaca, rumo à Salvador. Sofremos muito na boca da barra de Camamu com ondas de 4 metros, mas o barco acabou se comportando muito bem.










                                                                        EU








                                                        EU e  DINHO

                                                            SANTO ANDRÉ





                                                          A TRIPULAÇÃO

                                                                       ILHÉUS





                                                  EU E JOTÃO (Tripulante Thimshel)



                                          POR DO SOL EM ILHÉUS FANTÁSTICO


No mesmo dia à noite estávamos chegando e fundeando no Aratu Iate Clube. Passamos 30 dias subindo a costa com o pessoal conhecendo lugares maravilhosos.

Valeu,
Abraço a todos,
Chagas - Veleiro Intuição